terça-feira, novembro 29, 2022

Qual é o teu problema?

quinta-feira, novembro 17, 2022

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O sermão de Domingo passado, chamado "Uma fé básica demais", pode ser ouvido aqui (ou no Spotify).

A tua igreja está nua? Devia

quarta-feira, novembro 09, 2022

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O sermão de Domingo passado, chamado "A arma da harmonia", pode ser ouvido aqui (ou no Spotify).

A arrogância de resolvermos os nossos problemas

quarta-feira, novembro 02, 2022

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Podem ouvir o sermão de Domingo passado, chamado "A promessa é o passaporte", aqui (ou no Spotify).

segunda-feira, outubro 31, 2022

Outra prenda de Halloween, ups! Dia da Reforma Protestante

TERROR EM FAMÍLIA (OU O DIA DA REFORMA PROTESTANTE)

[Tendo em conta que hoje é um dia especial, publico aqui na íntegra o texto que ontem saiu no Observador.]

Já em anos anteriores a Família Cavaco tem testado um tipo de ciclo de cinema em casa na semana do Halloween. A escolha dos filmes é talvez mais lectiva do que lúdica e por isso antiguidades impõem-se. Já vimos o “Nosferatu” do Murnau (um filme com 100 anos que, na original ausência de som, continua a ser horripilante), já vimos o “The Last Man On Earth” (com o obrigatório Vincent Price na história escrita pelo Richard Matheson, de onde mais tarde viria o “I Am Legend” com o Will Smith), e vimos recentemente o “Psycho” do Hitchcock. Os nossos filhos bem se queixam da ausência do açúcar tecnológico do cinema de hoje mas, se Deus quiser, terão uma vida pela frente para se empanturrarem em lixo, já longe do nosso olhar paternalista. Educar também é impor dietas decentes tendo em conta que o futuro da engorda a eles lhes pertence se, a pretexto do livre-arbítrio, quiserem estragar o melhor que os pais lhes tentaram dar.

Este ano não quis que falhasse “O Sétimo Selo” do Ingmar Bergman. Tive de lhes aturar as queixas amuadas em jeito de “mas isto é um filme de terror?” O certo é que no fim o desconforto estava instalado. Ainda que aquela hora e meia sueca tenha espaço para humor tosco e desencontros abarracados, quando chega o clímax do filme topamos que se instalou vagarosamente um sobressalto. Uma partida de xadrez com a morte pode até envolver um ritmo lento mas é um jogo que inevitavelmente trará um desfecho. E a morte ninguém consegue fintar. A última cena, com aquele grupo guiado pela mão da ceifeira filmado ao longe, é uma visão que dificilmente se esquece—tão batida mas tão brutal.

Qual é a vantagem de darmos bons filmes de terror aos nossos filhos? Não quero que a resposta venha em modo demasiado defensivo até porque esta é uma causa não-oficial da nossa família (não temos o cinema de terror como um objecto educativo fundamental). Mas creio que o mérito do cinema de terror (que tão naturalmente entrou nas mais primordiais experiências filmadas) é o que ele traz de contenção e não necessariamente de contágio. O que isto quer dizer é que só uma pessoa muito distraída toma um filme de terror como o iniciador de algum medo que até então não existia. É o contrário, acredito. O cinema, quando aterrorizante, apenas testa imagens que delimitam todo o medo que naturalmente começou antes dele. O centro do meu argumento é este: o que mais nos assusta num filme de terror não é o que ele nos acrescenta no território do pânico; o que mais nos assusta num filme de terror é como ele oferece imagens a medos que já cá estavam e que talvez não soubéssemos. Nessa medida, um filme que dá um abalo pode ser um filme que dá um abc.

Escrito isto, não me passa pela cabeça promover o cinema de terror por si. Céus, há tanta coisa errada com o cinema de terror. A questão é vivermos num tempo em negação. Simplificando muito, a nossa obsessão pela segurança (e, naturalmente, sou a favor de viver seguro) revela uma predisposição ingénua mas arrogante de evitar o medo a qualquer custo. E quando evitamos o medo a qualquer custo, tornamo-nos ironicamente mais susceptíveis a ele. A Flannery O’Connor, aplicando estes assuntos mais à literatura, dizia que “quando o nosso sentido do mal se dilui ou simplesmente desaparece, é esquecido também o preço da restauração”. Se não cultivarmos uma percepção clara do que o mal é, venha ela do que vemos, do que lemos, do que ouvimos, esvai-se a convicção de que o bem, mais do que algo estático, é também a aventura assustadora da redenção do errado. Logo, qualquer povo precisa de uma expressão convicta do medo que tem nas canções que entoa, nas imagens que filma, nas orações que confessa. O assustador é não viver assustado com nada.

Curiosamente, o Halloween funciona mais como um pretexto para a espécie de ciclo de cinema de terror da Família Cavaco. Caramba, somos portugueses e o Halloween não tem nada a ver connosco (em poucos anos isto mudará, estou certo). Tem piada o facto do Dia das Bruxas calhar no Dia da Reforma Protestante: 31 de Outubro. Crê-se que terá sido nessa data, no Outono alemão de 1517 da pequena cidade de Vitemberga, em que Martinho Lutero, já sem pachorra para touradas teológicas, afixou as suas  “95 Teses Contra as Indulgências”. Não me custa a crer que alguma mitologia cresça a partir desta história. Mas continuo mais crente do que nunca no seu valor. Lutero é um herói para nós (tenho um livro escrito sobre ele chamado “Cuidado com o Alemão” que pode ser alvo de muitas críticas mas de ser chato nunca foi acusado—comprem-no!). E é mais divertido ainda ter Lutero como um herói num país como Portugal, onde séculos de má publicidade continuam a torná-lo um monstro maior do que foi.

Ter Lutero como herói não é tão diferente assim de fazer ciclos de cinema de terror em família—parece a coisa errada. Mas, mais de quinhentos anos depois, ser Protestante continua a parecer ser uma coisa errada. As razões que tornam o Protestantismo alegadamente errado hoje não correspondem necessariamente às razões que o tornariam alegadamente errado há quinhentos anos. Os anos passam, as razões para ser alegadamente errado mudam, mas matar o Protestantismo ainda ninguém conseguiu. A causa que celebro neste texto é a do privilégio que é meter medo. Precisamente por falta de Protestantismo em Portugal, as pessoas lidam mal com o bem poder meter medo. Deu-se o monopólio do susto ao Diabo quando o Diabo, como Lutero lembrava, é “o Diabo de Deus”. O cavaleiro Antonius Block mostra ao longo de “O Sétimo Selo” um espantoso à vontade com a personagem visível da Morte: é com o Deus invisível que o nervosismo lhe começa. Enquanto formos tão espantosamente bem sucedidos em impedir a insegurança das nossas almas, seguramente não encontraremos o caminho para o Céu. Venha a ceifeira tomar-nos a mão para o abismo.

Bom dia da Reforma Protestante para todos!

quinta-feira, outubro 20, 2022

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O sermão de Domingo passado, chamado "Criancinhas que Jesus não pega ao colo", pode ser ouvido aqui (ou no Spotify).

O Espírito Santo usa neurónios e não só

terça-feira, outubro 11, 2022

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O sermão de Domingo passado, chamado "A arte cristã de desconfiar", pode ser ouvido aqui (ou no Spotify).

segunda-feira, outubro 10, 2022

Confiar apenas no que se vê

sexta-feira, outubro 07, 2022

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O sermão de Domingo passado, chamado "Liberdade de expressão à moda da Bíblia", pode ser ouvido aqui (ou no Spotify).

Cenas nocturnas

quarta-feira, outubro 05, 2022

No Goucha

Liberdade de expressão à moda da Bíblia

sexta-feira, setembro 30, 2022

"Dickens", o novo disco dos Lacraus

Hoje sai o disco novo dos Lacraus. Quando acabámos de o gravar, no final de 2020, sentia que precisava de dizer umas coisas aos meus companheiros de banda. Isto porque mais do que um disco, o “Dickens” era o som de aventura de uma mão cheia de amigos. Segue o essencial.

O Joel e Nando tornaram-se a minha banda numa época em que acho que tinha desistido de voltar a ter uma banda a sério. Eles acompanharam-me num período desértico. Umas das cenas tramadas que daí veio é que voltei a acreditar na minha música, sobretudo em ela poder chegar aos ouvidos de mais pessoas. Regressei aos mais desmesurados sonhos musicais adolescentes. Eu, o Joel e o Nando fomos uma banda para as cenas a solo, fomos uma banda para o “IV”, fomos quase Milagres no Coração, e, finalmente, eles os dois deram uma nova vida aos Lacraus, a banda mais ambiciosa de que já fiz parte. O Joel e o Nando relembraram-me de que uma cena incrível de ter uma banda é ensaiar e com eles soube que estas canções podiam chegar a mais gente. Eles elevaram os meus padrões e nunca gravei um disco que soe tão profissional como este. Por fim, e ainda melhor do que a limpeza desse som, O Joel e o Nando são os músicos que não quis largar assim que Deus me permitiu tocar com eles. Eu quis fazer parte da banda deles, acho que é mais isto…

Para o João Eleutério, não há pai. Trabalhamos juntos há mais de 20 anos e ele é o meu mais fiel companheiro de record-making! Com uma generosidade escandalosa, o João ouve as minhas queixas todas, atura as minhas mudanças de planos todas, acolhe todas as mais absurdas ideias. No final, faz sempre um som incrível. Nessa medida, o João não é nada profissional porque o que aguenta comigo não teria encaixe em nenhuma relação assim; por outro, apresenta o trabalho final como nenhum outro profissional conseguiria. O João começou participando no disco como produtor e acabou como membro. Agora vejo que de outra maneira não poderia ser. Calhou bem os 20 anos de Guel, Guillul & o Comboio Fantasma serem marcado no ano em que gravámos este disco (2020) e constatar o óbvio: se alguma coisa tem de acontecer, tem sempre de acontecer com o João.

Quando em 2019 falava ao telefone com o Guel separados por um oceano, sonhava com o dia em que voltássemos a rockar. Estamos juntos nisto faz trinta anos agora. O Guel é quem mais me trama pelo ritmo complicado que tem, por precisar de interiorizar as cenas, por assimilá-las numa velocidade lenta que me enlouquece. Mas a verdade é que sempre que é para sangrar na guitarra, quem é o tipo que encarna essa verdade como mais ninguém? É ele, claro. Sempre testando os meus limites, sempre abrandando-me para honrar o que estamos a fazer, para tudo ficar muito melhor do que consigo se ficar abandonado aos meus impulsos. E depois ele toca com essa guitarra única, no ritardando necessário de quem diz: o gajo está com pressa mas as minhas cordas vão dar a respiração de que os ouvintes precisam.

Sou muito grato a Deus por estes meus quatro amigos! Eles suportam os meus exageros de ironia, as minhas piadas sem tanta piada assim, as minhas impaciências múltiplas. Fico muito satisfeito por termos gravado este disco porque ele regista um período especial. Vou poupar-vos de mais melodrama de segunda categoria, mas a estação de onde este disco saiu foi cheia de trevas. Algumas destas canções andaram comigo três anos, com versões várias. Foram os salmos que conseguia escrever em dias de esperança, dias de tristeza, dias de solidão, dias de ficar sozinho à noite eu e Deus. Vagueei nos cenários quotidianos como estrangeiro, tive de fazer casa no estrangeiro mesmo, trinta por uma linha. No Mississippi era eu na floresta a orar, a segurar-me a discos de outros e a imaginar os meus futuros, a tocar numa guitarra acústica de cordas de nylon canções novas, crente de que nascia ali um caminho novo, uma esperança. E o Joel, o Nando, o João e o Guel tornaram essa esperança carne e osso. Mesmo que o disco ficasse só para nós, já era um triunfo, uma misericórdia recebida. Deus chamou-nos para fazermos discos e este é certamente especial para mim.

Um último apontamento. Na versão do “Hoje Sonhei Que Já Lá Estava” que gravámos primeiro no estúdio, eu, o Joel e o Nando, tivemos de interromper umas vezes porque mesmo a cantar apenas como ponto para o instrumental, volta e meia me falhava a voz de comoção. Não há linha nessa malha que não diga com o coração a arder. Nasceu de uma carta que escrevi para o meu amigo Jorge Cruz e aplica-se completamente aos meus quatro companheiros. Completamente. Ouçam-na outra vez e pensem que é o mais importante que vos posso dizer acerca deste disco.

Grande abraço e see ya in the pit!



terça-feira, setembro 27, 2022

Carlitos e Nana

Acabar bem, eis algo que a Bíblia elogia várias vezes. Talvez as duas que me impressionem mais sejam quando, na Parábola dos Talentos, o senhor diz a dois dos seus servos: “Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mateus 25:21, 23), e na Segunda Carta que Paulo escreve a Timóteo, toda ela num tom algo sombrio, o apóstolo confessa: “Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé”. É o meu sonho acabar assim—não é o de todos?

Talvez por estes serem tempos em que comunicar é tão fácil, é grande a tentação de os pastores projectarem os seus ministérios como se o maior reconhecimento público fosse o fim quando, na verdade, ainda vamos a meio. Ou seja, por muito agradável que seja as pessoas apreciarem-nos enquanto o pastorado segue viçoso, o maior desafio é chegarmos à sua conclusão sem termos estoirado tudo. Creio que posso dizer que sei do que falo porque tenho tido oportunidades incomuns de grandes montras para o meu ministério. O que precisamos mais não é de reconhecimento mas que orem para chegarmos ao fim em condições.

Por tudo isto, assistir ao fim do pastorado de alguém em estado de bênção é excepcional. E foi isso que aconteceu neste Domingo que passou, com a passagem da presidência do pastorado da Igreja Cristã Manancial de Águas Vivas do Pastor Carlitos Cardoso para o Pastor Henrique Pereira. A rigor, o Carlitos, não tendo terminado a carreira, encerrou a fase importantíssima de presidir aquela equipa pastoral. Nessa medida, o momento de ontem serviu de amostra de uma meta que todos os pastores querem cruzar. Ontem, tive uma inveja santa do Carlitos—quero um dia chegar onde ele já chegou.

A amizade do Carlitos é uma dádiva com menos de uma década. Não nos encontramos tanto como gostava mas cada vez com ele dá-me um depósito durável de alegria e de frases que lhe ouço e passo a repetir. É um cliché entre pessoas que conhecem o Carlitos que confirmo: é impossível estar mal-disposto ao lado dele. E neste humor constante dele (que arrisca onde eu e a maioria não somos capazes de arriscar) encontro uma virtude mais rara que é, num universo pastoral em que parecer sério pode passar por ser santo, o jeito que o Carlitos tem de se assumir o pior dos pastores torna-se uma rejeição corajosa desse jogo de disfarces solenes. Mais ainda: é um gesto puramente Paulino de se colocar fora dos campeonatos típicos dos auto-proclamados super-apóstolos.

O Carlitos não existe num vácuo e a sua Igreja é a prova. A ICMAV tem um impacto que vai muito além daqueles que a ela pertencem. A Família Cavaco sabe disso, também graças ao trabalho extraordinário da Associação de Beneficência Luso-Alemã na escola que providenciou ao longo de décadas para tantas crianças da zona da linha de Cascais (como as nossas quatro). Daí que a festa de ontem não fosse apenas a afirmação de um pastorado mas de toda a comunidade dirigida por ele. Numa época em que é fácil colocar o foco em figuras isoladas, hiper-seguidas, interessa entender na cultura da igreja local o verdadeiro carácter de um Pastor.

Gosto muito desta fotografia. Eu, o Carlitos, a Nana e a Ana Rute. Sem a Nana o Carlitos não teria pastorado—as homenagens de ontem foram naturalmente também para ela. Sem as nossas esposas ao nosso lado, dedicadas ao serviço da Igreja como nós, não haveria maridos que permanecessem pastores. E a homenagem foi também para a restante família Cardoso. Quando a filha, Rute, testemunhou de como a fé do Pai Carlitos a levou à fé do Pai do Céu terão sido poucos a não responder com lágrimas. E depois o Mário Rui pregou um valente sermão acerca da importância da Igreja, como lugar da presença de Deus. A analogia é clássica e impõe-se: que grande banquete que foi!

Carlitos e Nana: Deus vos abençoe e recebam todo o amor da Família Cavaco e da Igreja da Lapa!



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O sermão de Domingo passado, chamado "A solução não fugir do sofrimento", pode ser ouvido aqui (ou no Spotify).

quarta-feira, setembro 21, 2022

Goucha

Para quem pediu pelo link da entrevista no Goucha, pode assistir aqui ao programa na íntegra (a referência é à Joana Cruz, que foi entrevistada de seguida).

terça-feira, setembro 20, 2022

Jesus não se esquiva

terça-feira, setembro 13, 2022

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O sermão de Domingo passado, chamado "Melhor do que Jesus é impossível", pode ser ouvido aqui (ou no Spotify).

Estar na pior não impede que Jesus seja o melhor

sexta-feira, setembro 09, 2022

Forças do Inferno


Karaoke No Mundo Das Trevas | Kim | Vídeo filmado pelo Joaquim Cavaco

quinta-feira, setembro 08, 2022

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Podem ouvir o sermão de Domingo passado, chamado "Hebreus, recados meus", aqui (ou no Spotify).

Gente que não é digna deste mundo

quarta-feira, agosto 17, 2022

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O sermão de Domingo passado, chamado "Deus vai arrasar a tua casa de férias", pode ser ouvido aqui (ou no Spotify).

terça-feira, agosto 16, 2022

A ressurreição já é um produto testado

terça-feira, agosto 09, 2022

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O sermão de Domingo passado, chamado "Só a devoção nos dá frutos de Verão", pode ser ouvido aqui (ou no Spotify).

segunda-feira, agosto 08, 2022

Como é que é possível?

segunda-feira, agosto 01, 2022

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O sermão da semana passada, chamado "Um Verão entregue à bicharada", pode ser ouvido aqui (ou no Spotify).

quarta-feira, julho 27, 2022

Quando a humildade é pior do que o evangelho da prosperidade

quarta-feira, julho 20, 2022

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O sermão de Domingo passado, chamado "Esperas neve no Verão?", pode ser ouvido aqui (ou no Spotify).

segunda-feira, julho 18, 2022

O privilégio cristão de assumir a nossa estupidez natural

sexta-feira, julho 15, 2022

Escolhe o que temes

A inteligência espiritual de temer Deus passa por saber que o amor dele tem uma dimensão de correcção. A pessoa que faz do amor de Deus uma suspensão de ser avaliada está tão enganada como a que não acredita nele.

quinta-feira, julho 14, 2022

Escolhe o que temes

Temer Deus não é termos medo dele, mas certamente envolve desconfiar da paz vinda de acreditarmos em nós mesmos.

quarta-feira, julho 13, 2022

Conversei com o Ricardo luz


Para o "Mais Liberdade".

terça-feira, julho 12, 2022

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O sermão de Domingo passado, chamado "Quando transpirar no Verão é glorioso", pode ser ouvido aqui (ou no Spotify).

segunda-feira, julho 11, 2022

Quando um filho nos dá orgulho